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sábado, 9 de maio de 2020

7° ANO- FENÔMENOS NATURAIS ( VULCÕES,TERREMOTOS )- CIÊNCIAS


7° ANO- FENÔMENOS NATURAIS
 ( VULCÕES,TERREMOTOS )- CIÊNCIAS


Fenômenos Naturais e Tectonismo

Fenômeno natural é um evento que não é criado pelo homem, como o nascer e o pôr do sol, nevoeiros, furacões, tornados, as marés, a germinação de uma planta, a decomposição de algum ser vivo, o calor do sol, assim como alguns desastres, como terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas. 
Mas por que esses desastres acontecem? A estrutura da Terra é sustentada em quatro ambientes: camada sólida, atmosfera, biosfera e hidrosfera. A camada mais sólida do Planeta é dividida em crosta, manto, núcleo externo e núcleo interno. Acima estão as camadas gasosa (atmosfera) e líquida (hidrosfera), onde foram criadas as circunstâncias para o desenvolvimento da vida.

Estrutura terrestre
 A Terra é um planeta terroso, telúrico. A parte interna do planeta é muito quente, com temperaturas atingindo até 6000°C. A parte mais externa do planeta, chamada de crosta terrestre ou litosfera, é formada por rochas em seu estado sólido, e não é contínua ao longo de toda a extensão do planeta, ou seja, ela é “quebrada” em vários “pedaços”, conhecidos como placas tectônicas. Essas placas permanecem em movimento constante sobre o magma. A movimentação é responsável por abalos sísmicos (terremotos) e vulcões. 
De acordo com os movimentos das placas tectônicas os seus efeitos podem são diferentes. Quando as placas se afastam uma da outra, é chamada de zona de divergência, o que pode gerar vulcões e surgimento de ilhas, quando ocorre no meio do oceano. Quando as placas se aproximam, é chamada de zona de convergência, o que pode gerar falhas geográficas. 
Os locais onde há encontro de placas tectônicas normalmente são pontos de tensão na crosta terrestre, podendo surgir montanhas, como a Cordilheira dos Andes, que é o encontro das placas de Cuzco e Sulamericana, palco do maior terremoto da história moderna. Esse terremoto ocorreu na cidade de Valdívia, no Chile, e afetou boa parte do país, sendo conhecido como o Grande Sismo do Chile. Na época, o terremoto gerou um tsunami que atravessou o Oceano Pacífico e atingiu o Japão. 
Os principais registros de vulcões, terremotos, maremotos e tsunamis são nas áreas onde uma placa tectônica se encosta na outra, como por exemplo, o Círculo de Fogo do Pacífico, uma área que se estende do oeste da América do Sul (Andes) ao leste da Ásia e algumas partes da Oceania. 
Existem várias placas tectônicas, as principais delas são: Placa do Pacífico, Placa Norte-Americana, Placa de Nazca, Placa do Caribe, Placa de Cocos, Placa Sul-Americana, Placa Africana, Placa Antártida, Placa Euroasiática, Placa Arábica. 

Disponível em <https://tinyurl.com/Placas-Tectonicas>. (Adaptada). Acesso em 22 de abr. de 2020



A parte central das placas tectônicas tem uma certa estabilidade em relação a sua borda, principalmente as partes que estão mais próximas da zona de divergência. E como pode-se ver no mapa, o Brasil se encontra no meio da placa tectônica Sul-Americana, em uma região estável. 

Vulcões no Brasil

No Brasil não há vulcões ativos, pois o relevo brasileiro formou-se em períodos geológicos antigos, há milhões de anos. Dessa forma, os vulcões que aqui existiram nesse período tornaram-se extintos (não ativos) e hoje em dia não causam nenhum tipo de transtorno como em outras áreas do mundo, onde as erupções vulcânicas geram vários prejuízos. Os vulcões extintos do Brasil são hoje pontos turísticos marcados pela beleza. Ocorreram no Brasil formações geológicas vulcânicas na Era Mesozoica, localizadas onde hoje estão os estados da região Sudeste e Sul. O derramamento vulcânico originou terras muito férteis nesses estados, como o caso da “terra roxa”, de origem basáltica. Já na Era Cenozoica, no período Terciário, as erupções vulcânicas oceânicas originaram algumas ilhas no litoral, como Fernando de Noronha, Trindade, São Pedro e São Paulo. Também ocorreram na região amazônica derramamentos basálticos de origem vulcânica, no passado geológico brasileiro.


Fernando de Noronha e o seu relevo (de origem vulcânica) já modificado

Tsunamis no Brasil

Como o território brasileiro e suas áreas circundantes encontram-se em áreas estáveis, no interior geográfico de uma placa tectônica é praticamente impossível haver um tsunami no Brasil. 
A única possibilidade de tsunami no Brasil, ainda que muito remota, é uma suposta erupção do vulcão “Cumbre Vieja”, localizado no arquipélago das Ilhas Canárias. Nessa hipótese, tal erupção seria forte a ponto de danificar grave e abruptamente a ilha em que ele se encontra e lançar mais de 500 toneladas de terra no Oceano Atlântico, provocando fortes ondas que, entre outros lugares, atingiriam o Brasil. Nesse cenário, se um tsunami atingisse o Brasil, ele ocorreria em estados da região Norte e Nordeste do país, principalmente nos estados do Amapá e do Pará. No entanto, o seu impacto dependeria da força, quantidade e intensidade dos efeitos gerados pela suposta erupção, o que torna essa hipótese ainda menos precisa. A possibilidade, embora exista, é praticamente nula e não deve ser motivo principal de preocupação para o país.
Terremotos no Brasil

Pelo fato de o Brasil estar situado no centro da placa Sul-Americana, que atinge até 200 quilômetros de espessura, os sismos nessa localidade raramente possuem magnitude e intensidade elevadas. No entanto, existe a ocorrência de terremotos no território brasileiro, causados por desgastes na placa tectônica, promovendo possíveis falhas geológicas. Essas falhas, causadoras de abalos sísmicos, estão presentes em todo o território nacional, proporcionando terremotos de pequena magnitude; alguns deles são considerados imperceptíveis na superfície terrestre.
Segundo o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP), no século XX foram registradas mais de uma centena de terremotos no país, com magnitudes que atingiram até 6,6 graus na escala Richter. Porém, a maior parte desses abalos não ultrapassou 4 graus.
Em 1955, no Mato Grosso, foi detectado um terremoto de 6,6 graus na escala Richter. Nesse mesmo ano, o Espírito Santo foi atingido por um abalo sísmico de 6,3 graus e, no Ceará, foi registrado um terremoto de 5,2 graus na escala Richter, em 1980. O estado do Amazonas, em 1983, sofreu com um terremoto de 5,5 graus, entretanto, pelo fato de esses terremotos terem atingido áreas com pouca concentração populacional, não houve danos materiais e nem vítimas.
João Câmara, município do Rio Grande do Norte e habitado por 31.518 pessoas, foi atingido por uma série de terremotos na década de 1980. O mais grave deles ocorreu no dia 30 de novembro de 1986, quando a cidade tremeu com um abalo sísmico de 5,1 graus na escala Richter, provocando a destruição de 4 mil imóveis.
Em Minas Gerais, no município de Itacarambi, um terremoto de 4,9 graus promoveu um tremor que durou aproximadamente 20 segundos, tempo suficiente para derrubar 6 casas e abalar a estrutura de outras 60 residências. 
O último grande terremoto registrado no Brasil ocorreu no dia 22 de abril de 2008. Um tremor de 5,2 graus foi sentido nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, embora não tenha sido registrado nenhum desabamento nem a ocorrência de vítimas.



Responda as atividades em seu caderno.

1-O Brasil é conhecido por não ter vulcões ativos. Explique por que eles não são ativos?

2-O movimento ocasionado pelo choque entre as Placas Tectônicas de Nazca e Sul-Americana ocasionou o surgimento:
(A) (   ) do continente sul-americano.
(B) (   ) das cadeias de montanhas do México.
(C) (   ) da Cordilheira dos Andes.
(D) (   ) da Cordilheira do Himalaia.

3-Assinale a alternativa que apresenta somente consequências dos movimentos das Placas Tectônicas:
(A) (   ) terremotos, falhas geológicas, vulcanismo, cadeias montanhosas.
(B) (   )  escudos cristalinos, bacias sedimentares, terremotos, planaltos.
(C) (   )  planaltos, falhas geológicas, bacias sedimentares, cadeias montanhosas.
(D) (   ) falhas geológicas, vulcanismo, sedimentação, dobramentos modernos.
4-Não são raros os relatos de ocorrência de terremotos no território brasileiro. Porém, diferentemente do que acontece no Japão, nos Estados Unidos e no Chile, por exemplo, os terremotos aqui observados normalmente são de baixa magnitude. A que se deve a explicação para essa diferença?

5-Dos países sul-americanos os que têm maiores possibilidades de serem atingidos por terremotos de grande magnitude e intensidade são
(A) (   ) Brasil e Bolívia.
(B) (   ) Uruguai e Paraguai.
(C) (   ) Argentina e Paraguai .
(D) (   ) Chile e Peru.

6-No Brasil já ocorreram vários terremotos. Explique a causa deles. 



ENTREGAR DIA 21 DE MAIO : QUINTA-FEIRA









https://youtu.be/x3SVS6fi5xM


7° ANO - REGIÕES BRASILEIRAS - GEOGRAFIA


7° ANO - REGIÕES BRASILEIRAS - GEOGRAFIA 


A Região

Para que possamos compreender qualquer divisão regional ou regionalização, primeiro devemos desenvolver nossa compreensão sobre o conceito de região. Quando observamos a etimologia desta palavra, ou seja, a sua origem e evolução, encontramos algumas palavras em latim que estão ligadas à sua origem. 
Regere, que significa reger. Nos traz a ideia de administrar, gerir. 
Regio, que significa aquilo que pertence ao rei ou está associado a ele.
Regionis, que significa caminho reto ou direto.
A partir daí, podemos observar a essência deste conceito na história, que estava associado ao poder de uma autoridade que irá administrar uma área delimitada, porque, afinal, se fosse qualquer área não seria necessário um caminho até lá.
Aplicação do conceito
Para entendermos então a aplicação (utilização) da região - que basicamente é a chave para sua compreensão - devemos imaginar um cenário de menor escala em que podemos aplicá-lo. Imagine que você tenha adquirido recentemente uma grande propriedade rural (ou simplesmente está jogando um vídeo-game com este tema). A primeira coisa que qualquer pessoa necessita para compreender a real dimensão de sua propriedade é um mapa. Que será basicamente o registro das várias informações e ocorrências da área ali representada.
Na construção deste mapa, a primeira representação será da área total da propriedade. Após a medição de sua área total será feito o levantamento das várias características que ali residem. Informações como relevo, solo, vegetação, animais, presença ou não de cursos d’água (rios, riachos, córregos, lagos etc.) serão levantadas para a relação do mapa com a área representada. Quão maior for uma área, maior será a variedade de características desta. Assim se obtém as características e a localização destas áreas que se diferenciam com as demais. 
Deste modo temos a localização de uma fração ou parte da área total junto as suas características únicas, fazendo destas partes regiões da propriedade rural. Esse processo de compreensão que envolveu principalmente a localização e a caracterização das áreas desta propriedade é conhecido como regionalização. 
Primeiramente, temos algumas condições que nos impõe limites fundamentais para a compreensão deste conceito:
Cada região, por possuir suas próprias características, será única. Haverá semelhanças com outras regiões, mas não serão idênticas.
Deste modo, cada região terá a uma função específica nas atividades da sociedade. Neste caso, cada parte - ou região - da propriedade rural estará melhor estabelecida para uma diferente atividade. Ou seja, em função de suas características, as regiões serão avaliadas a partir dos potenciais para atividades socioeconômicas.
Exemplo: ás áreas aplainadas próximas aos rios são melhores para a agricultura; a área de maior altitude mais próxima as estradas de acesso a propriedade rural será mais apropriada a sede da fazenda; a mesma lógica se aplica ao confinamento das criações em curral (principalmente quando há o reaproveitamento de rejeitos (fezes) para a obtenção de energia por meio do gás metano); áreas aplainadas e contínuas são melhores para o pasto e a engorda do gado que não fará muito esforço pela ausência de subidas, etc.
Observando o processo de regionalização podemos concluir que:
Por possuírem diferentes características (as regiões) serão divididas, agrupadas e localizadas para melhor compreensão do proprietário/administrador. 
Dessa forma, podemos compreender a região como um instrumento/ferramenta para os grupos que irão administrar o território, que é outro conceito muito importante, mas não o foco de agora. Assim, a propriedade rural pode ser na verdade uma cidade, um Estado, um país ou até mesmo um continente. A forma para se obter as regiões daí serão as mesmas. Claro, com volume de informações e escalas totalmente diferentes.
Para finalizarmos a compreensão da região enquanto uma categoria de compreensão do espaço geográfico (uma outra categoria), é necessário saber que o espaço é dinâmico, ou seja, que a todo momento este está em constante movimento. Deste modo, a região, quando trabalhada sem o devido cuidado, pode gerar alguns pré-conceitos que por vezes determinam a visão que a sociedade tem desta, das práticas e das pessoas que ali vivem. É um conceito que pode ser visto em “camadas”, de forma que o processo de regionalização possa dar mais importância a alguns aspectos de interesse dos gestores/administradores do que outros igualmente importantes. 
Como exemplo, se numa pesquisa se pretende encontrar locais com características favoráveis a certas atividades econômicas, a falta de critério (frequentemente presente na excessiva expectativa de lucro com os resultados da pesquisa) pode levar essa pesquisa a dar mais importância sobre as características favoráveis do que as desfavoráveis. Colocando um rótulo na região que pode mais se alinhar com as expectativas de algum grupo do que com a realidade. 
Regionalização do Brasil segundo o IBGE
De acordo com a explicação anterior, as regiões brasileiras, formadas com a separação e o agrupamento dos Estados da federação, foram assim desenvolvidas segundos o critérios locacionais (de localização) e socioeconômicos. Seria dizer que o ponto de vista adotado pelos pesquisadores responsáveis sobre essa regionalização priorizou (deu maior importância) a proximidade dos Estados e as semelhanças econômicas entres os mesmos, os agrupando e assim fazendo as cinco regiões que conhecemos.
Evidentemente, se os critérios mudarem, também mudarão as regiões. Fazendo com que as diferentes regionalizações sobre o território brasileiro dêem prioridade a diferentes aspectos

ATIVIDADES

01. Sobre o conceito de região e suas aplicações, julgue as afirmativas como verdadeiras ou falsas e marque a única afirmativa falsa.
I. (   ) As regionalizações são construções humanas, já que são os seres humanos que determinam os limites entre as regiões. Portanto, os limites das regiões não são estáticos.
II. (   ) Qualquer região deve ser estudada como uma unidade homogênea, ou seja, que não possua diferenças internas e nem relação com outros espaços.
III. ( ) As regiões são importantes ferramentas de trabalho para a Geografia, porém seu estudo requer cuidados para que não se caia em generalizações erradas ou exageradas.

02. Regionalizar o espaço significa agrupar áreas com características semelhantes.
a) Quais são as vantagens e a importância de se regionalizar o espaço?

b) Quais os vários critérios que podemos usar na regionalização de um determinado espaço?

03. Aponte alguns cuidados que devem ser observados ao estudar uma região, ou ao regionalizar um determinado espaço.

04. No mapa múndi expresso de acordo com a Regionalização Socioeconômica, o mundo se mostra divido em:



a) (  ) norte (desenvolvido) e sul (subdesenvolvido)
b) (  ) metrópoles e colônias
c) (  ) primeiro mundo, segundo mundo e terceiro Mundo
d) (  ) países centrais e países periféricos



05. Identifique as regiões do Brasil no mapa.





1. ______________________________
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3. ______________________________
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 ENTREGAR AS ATIVIDADES DIA 21 DE MAIO - QUINTA -FEIRA 









terça-feira, 5 de maio de 2020

7° ANO -O PLANETA EM TRANSFORMAÇÃO - CIÊNCIAS


O PLANETA EM TRANSFORMAÇÃO 


LIVRO ARARIBÁ MAIS 7° ANO  PÁGINAS 27 ATÉ 32 LEITURA 



ATIVIDADES:  PÁGINAS    32 N° 2 , 3 E 5 








TODAS AS ATIVIDADES DEVEM SER FEITAS NO CADERNO , FOTOGRAFAR E ENVIAR PARA O EMAIL: magdaescola2@gmail.com ou para o whatsapp particular da professora .



NÃO ESQUEÇA DE COLOCAR SEU NOME COMPLETO , TURMA , DATA E O TÍTULO DO CONTEÚDO  NO CABEÇALHO DA  ATIVIDADE .

ENTREGA DAS  ATIVIDADES  DIA 14 DE MAIO  – QUINTA FEIRA 






segunda-feira, 4 de maio de 2020

7° ANO -REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL - GEOGRAFIA

                                              Mapa do Brasil - por estados e regiões, em branco e colorido ...   

7° ANO -REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL - GEOGRAFIA 

LIVRO VONTADE DE SABER  7° ANO PÁGINA 36 ATÉ 38 LEITURA   


                                                                                  
1- QUAIS CRITÉRIOS PODEM SER CONSIDERADOS PARA A REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL ?


2 – APONTE A DIFERENÇA REGIONAL DO BRASIL NOS MAPAS DAS PÁGINAS 37 E 38 

  
3-DESENHE O MAPA DO BRASIL (REGIONALIZAÇÃO )




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ENTREGA DAS  ATIVIDADES  DIA 14 DE MAIO  – QUINTA FEIRA



















terça-feira, 28 de abril de 2020

7° ANO -DENSIDADE DEMOGRÁFICA - CÁLCULO - GEOGRAFIA







7° ANO -DENSIDADE  DEMOGRÁFICA - CÁLCULO - GEOGRAFIA 



LIVRO VONTADE DE SABER 7° ANO PÁGINA 104 N° 6, 7, A B


EX:



PARA CALCULAR A DENSIDADE DEMOGRÁFICA DE UM DETERMINADO PAÍS , DIVIDE O NÚMERO DA POPULAÇÃO PELA  ÁREA/KM






ENTREGAR A ATIVIDADE DIA 07 DE MAIO :                 QUINTA -FEIRA                  












7° ANO - ALAVANCAS - CIÊNCIAS





7° ANO - ALAVANCAS  - CIÊNCIAS



Alavancas

 são máquinas simples capazes de multiplicar a força que é aplicada a um corpo ou objeto, quando apoiadas em um ponto fixo. Existem três tipos de alavancas, que diferem entre si de acordo com os pontos de aplicação das forças:

·         interfixas;

·         inter-resistentes;

·         interpotentes.

O princípio de funcionamento das alavancas foi descrito no século III a.C. pelo filósofo Arquimedes.

Tipos de alavanca

As alavancas são objetos rígidos que podem ser usados para mover ou segurar corpos de difícil manuseio ou ainda muito pesados. De acordo com o seu tamanho e os pontos onde ocorre a aplicação das forças, as alavancas são capazes de promover uma grande vantagem mecânica, isto é, multiplicar a intensidade da força produzida.

vantagem mecânica das alavancas depende diretamente da distância entre o ponto de aplicação da força potente e o ponto de apoio. Quanto maior for essa distância, comumente chamada de “braço”, menor será o esforço necessário.

grandeza física relacionada com o efeito produzido pelas alavancas é o momento de uma força, também chamado de torque. O momento de uma força é uma grandeza vetorial que pode ser calculada por meio de uma operação matemática conhecida como produto vetorial ou produto externo. Para saber mais sobre operações com vetores, acesse nosso artigo específico: Vetores.

Em todos os tipos de alavancas, há pelo menos três forças em ação: a força potente, a força resistente e a força normal, que são, respectivamente, a força que tenta mover o corpo, o peso do corpo e a força exercida sobre o ponto de apoio.

Existem três tipos distintos de alavanca:

·         Alavancas interfixas: o ponto de apoio fica entre os pontos onde se aplica a força potente e o ponto onde se encontra o peso do objeto a ser movido.

 

 

·         Alavancas inter-resistentes: a força peso é aplicada entre o ponto de apoio e a força potente.

 

·         Alavanca interpotente: o ponto de aplicação da força potente está localizado entre o ponto de apoio e o ponto onde atua a força peso do corpo a ser movido.

 

Exemplos de alavancas

As alavancas existem em diferentes configurações e são usadas para tarefas distintas, por isso é importante conhecer alguns exemplos reais dos tipos de alavancas.

·         Alavancas interfixas: alicates, tesouras e gangorras.

·         Alavancas inter-resistentes: quebra-nozes, abridor de garrafas, carrinho de mão.

·         Alavancas interpotentes: pinça, cortador de unhas.

 




























terça-feira, 31 de março de 2020

7° ANO -DADOS SOCIOECONÔMICOS DA POPULAÇÃO BRASILEIRA


GEOGRAFIA - 7° ANO : DADOS SOCIOECONÔMICOS DA POPULAÇÃO BRASILEIRA



 LIVRO DIDÁTICO VONTADE DE SABER 7° ANO PÁGINAS 110 ,111,112,( LEITURA )
LIVRO DIDÁTICO VONTADE DE SABER 7° ANO PÁGINA 118 N° 1, 3 A,B






 LIVRO DIDÁTICO VONTADE DE SABER 7° ANO PÁGINAS 113, 114 (LEITURA)
LIVRO DIDÁTICO VONTADE DE SABER 7° ANO PÁGINA 118 N° 4,  5







TODAS AS ATIVIDADES DEVEM SER FEITAS NO CADERNO , FOTOGRAFAR E ENVIAR PARA O EMAIL: magdaescola2@gmail.com ou para o whatsapp particular da professora .

NÃO ESQUEÇA DE COLOCAR SEU NOME COMPLETO , TURMA , DATA E O TÍTULO DO CONTEÚDO  NO CABEÇALHO DA 
ATIVIDADE .







ENTREGA DAS  ATIVIDADES  DIA 09 DE ABRIL – QUINTA FEIRA 








quarta-feira, 25 de março de 2020

BRASIL : REGIÕES GEOECONÔMICAS - REGIÕES DO IBGE- 7° ANO



                   

GEOGRAFIA  - TURMA: 7° B -  PROFESSORA MAGDA

BRASIL : REGIÕES GEOECONÔMICAS - REGIÕES DO IBGE

-    Leitura    das     páginas    do   Livro   Didático    VONTADE DE SABER          ( GEOGRAFIA )  páginas 48 e 49   e registre no caderno  o que os  gráficos  mostram em relação aos dados socioeconômicos 

-    Leitura   da    página   39    do   Livro   Didático     VONTADE   DE    SABER   ( GEOGRAFIA )    e registre no caderno  quais são as regiões  socioeconômicas  do Brasil . 
   - Descreva as características de cada uma dessas regiões . 
    - Respondendo a questão da página 39 Livro Didático VONTADE DE SABER   ( GEOGRAFIA )  
1-  COMPARE A REGIONALIZAÇÃO PROPOSTA PELO IBGE , MOSTRADA NA PÁGINA 38 , COM A DIVISÃO POR REGIÕES  GEOECONÔMICAS . QUAIS DIFERENÇAS VOCÊS IDENTIFICARAM?


Resultado de imagem para regiões geoeconômicas





Um mapa é uma representação bidimensional análoga à realidade, ou seja, é um desenho que representa o espaço geográfico através de símbolos convencionados. A necessidade de representar as características naturais e humanas do espaço geográfico e, ao mesmo tempo, tornar a sua leitura e compreensão clara e objetiva, estimulou o desenvolvimento de diferentes modelos de representação cartográfica pautados, cada qual, em diferentes simbologias (linhas, cores, etc.) que, por tratarem de temas específicos (relevo, clima, densidade demográfica, etc.), são denominados mapas temáticos. Didaticamente, estes mapas são organizados em diferentes categorias:

  • mapas físicos - utilizados para representar as características naturais de um lugar: clima, relevo, vegetação, geologia, hidrologia, etc.
  • mapas econômicos - representam as diferentes atividades econômicas de um lugar: indústria, agricultura, pecuária, mineração, etc.
  • mapas políticos - representam as divisões político-territoriais entre países, estados, municípios, etc.
  • mapas demográficos - representam a distribuição e concentração da população de uma área.
  • mapas sócio-culturais - representam a variedade e distribuição de etnia, religiões, língua, classes sociais, etc.
 2 - RESPONDA AS QUESTÕES:

Mapas Demográficos - representam a distribuição e 

concentração da população de uma área.

2- OBSERVANDO O MAPA DEMOGRÁFICO DO BRASIL , O QUE PODEMOS PERCEBER  EM RELAÇÃO A DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO COM A DIVISÃO DAS REGIÕES GEOECONÔMICAS ?


  •   AS ATIVIDADES DEVEM SER REGISTRADAS NO CADERNO DE GEOGRAFIA  ;


  • ·    FOTOGRAFAR E ENVIAR PARA O EMAIL magdaescola2@gmail.com   OU PELO WHATSAPP PARTICULAR DA PROFESSORA PARA NÃO SOBRECARREGAR O CELULAR DOS DEMAIS .

  •    NÃO ESQUECER DE ANOTAR A DATA , A TURMA E SEU NOME COMPLETO  NA ATIVIDADE  , PARA QUE A PROFESSORA POSSA REGISTRAR NA PLANILHA DE CONTROLE DAS TAREFAS REALIZADAS.

·        QUALQUER DÚVIDA PODE ENVIAR PELO WHATSAPP PARTICULAR DA PROFESSORA SEGUINDO O CRONOGRAMA POSTADO NO GRUPO DA SUA TURMA .
              
BOM TRABALHO!!!
      BOM ESTUDO !!!
       PROFESSORA MAGDA

ARISTÓTELES-

ARISTÓTELES  ESCREVA UM COMENTÁRIO SOBRE A FRASE ACIMA  Quem foi Aristóteles? Aristóteles nasceu na cidade de  Estagira , na Macedônia, em  ...